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Chefe do Pentágono diz que EUA estão prontos para retomar ataques ao Irã se não houver acordo

Ilustração mostra bandeira dos EUA e do Irã REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração Os Estados Unidos estão prontos para retomar ataques contra o Irã caso um acord...

Chefe do Pentágono diz que EUA estão prontos para retomar ataques ao Irã se não houver acordo
Chefe do Pentágono diz que EUA estão prontos para retomar ataques ao Irã se não houver acordo (Foto: Reprodução)

Ilustração mostra bandeira dos EUA e do Irã REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração Os Estados Unidos estão prontos para retomar ataques contra o Irã caso um acordo não seja alcançado, afirmou neste sábado (30) o secretário de Defesa americano, Pete Hegseth, enquanto negociadores de Washington e Teerã tentam superar divergências importantes que impedem um entendimento. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 “Nossa capacidade de retomar [os ataques], se necessário... somos mais do que capazes”, disse Hegseth em Singapura. “Nossos estoques estão mais do que adequados para isso, tanto ali quanto ao redor do mundo, então estamos em uma posição muito boa”, acrescentou. Hegseth, que discursou no Diálogo de Shangri-La — principal fórum asiático para líderes de defesa, militares e diplomatas — afirmou que os EUA não abandonaram a região Ásia-Pacífico, apesar do envolvimento no conflito com o Irã. “Podemos fazer duas coisas ao mesmo tempo. Estamos acelerando enormemente nossa base industrial de defesa para produzir 2, 3 e até 4 vezes mais munições em breve, garantindo que todos os nossos planos operacionais estejam devidamente financiados ao redor do mundo”, afirmou. Agora no g1 O chefe do Pentágono disse ainda que o presidente Donald Trump está sendo “paciente” e quer fechar um “grande acordo” que garanta que o Irã não obtenha uma arma nuclear. Na sexta-feira (29), Trump afirmou que se reuniria em uma sala segura da Casa Branca para tomar uma “decisão final” sobre uma proposta para encerrar a guerra com o Irã. A proposta prevê a extensão de uma trégua iniciada no começo de abril por mais 60 dias, dando tempo para os negociadores buscarem um acordo permanente para o conflito. A guerra iniciada pelos Estados Unidos e Israel em 28 de fevereiro matou milhares de pessoas, principalmente no Irã e no Líbano, e provocou impactos na economia global ao elevar os preços da energia devido ao fechamento efetivo do Estreito de Ormuz pelo Irã.

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